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Centro de Direitos Humanos Celso Vilhena Vieira

História do assassinato do Delegado de Polícia abolicionista Joaquim Firmino de Araújo Cunha em 11 de fevereiro de 1888, na cidade de Itapira/SP, à época Penha do Rio do Peixe e devido ao crime mudou de nome.

Depoimento da Professora Elisa Lucas Rodrigues sobre as ações implementadas junto à Academia de Polícia de São Paulo para educação e conscientização do policial em Direitos Humanos, especialmente sobre diversidade racial.

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Momentos da palestra ministrada pelo Professor Wagner Pereira, na noite de 06 de amio s de 2019, no auditório da Worká Coworking, zona norte de São Paulo, versando sobre o tema "Compromisso e fé na causa", por ocasião da Semana de Cidadania e Segurança, para a comunidade local. " A era digital nos impulsiona a relacionamentos interpessoais superficiais. Confundimos velocidade e rapidez com pressa e, assim, não temos tempo de qualidade para nos comprometermos com as questões relevantes que afligem a sociedade. A mobilização e a participação comunitária junto aos Consegs exprimem a máxima expressão do que está previsto no artigo 144 de nossa Constituição Federal: Segurança Pública é dever do Estado, direito e responsabilidade de todos". O Secretário Executivo da PME e ex Deputado Estadual Coronel Camilo palestrou sobre vizinhança solidária.

Depoimento do Historiador Eric Lucian Apolinário.

História do assassinato de um Delegado de Polícia abolicionista (Joaquim Firmino de Araújo Cunha) em 11 de fevereiro de 1888, na cidade de Itapira/SP. Na época chamava-se Penha do Rio do Peixe e devido ao crime mudou de nome.